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Título: Recolha de dados sobre consumo de medicamentos e/ou suplementos à base de plantas medicinais numa amostra da população de Lisboa e Vale do Tejo
Data collection on the consumption of drugs and / or supplements based on medicinal plants in a population sample from Lisboa and Vale do Tejo
Autores: Santos, Ana Catarina
Oliveira, Sandra
Águas, Soraia Filipa Curro
Monteiro, Carla
Palma, Maria Lídia Laginha Mestre Guerreiro da
Martins, Ana Paula
Costa, Maria do Céu
Palavras-chave: FARMACOLOGIA
PHARMACOLOGY
AUTOMEDICAÇÃO
SELF-MEDICATION
MEDICAMENTOS
DRUGS (PHARMACOLOGY)
PLANTAS MEDICINAIS
MEDICINAL PLANTS
FITOTERAPIA
PHYTOTHERAPY
SUPLEMENTOS ALIMENTARES
DIETARY SUPPLEMENT
ESTUDOS DE CASO
CASE STUDIES
LISBOA
VALE DO TEJO
LISBON
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
PHARMACEUTICAL SCIENCES
Editora: Edições Universitárias Lusófonas
Resumo: Este trabalho teve como objectivo investigar os hábitos e conhecimentos gerais de uma amostra da população de Lisboa e Vale doTejo relacionados com o consumo dos suplementos e medicamentos à base de plantas medicinais. Realizou-se um estudo não experimental descritivo, transversal, através de um questionário anónimo, confidencial e voluntário a 367 indivíduos, preenchido pelas entrevistadoras, mediante as respostas obtidas dos entrevistados, sendo a amostra obtida por conveniência. Os indivíduos pertenciam maioritariamente ao sexo feminino 74,7% (274/367) e à classe etária dos 20 aos 29 anos, 52,0% (191/367). Dos inquiridos, 48,8% (179/367) consomem medicamentos e/ou suplementos à base de plantas e destes, 25,7% (46/179) afirmam consumir medicamentos à base de plantas medicinais enquanto 20,1% (36/179) afirmam consumir suplementos alimentares à base de plantas. Do total dos inquiridos que consomem medicamentos e/ou suplementos à base de plantas, 2,8% (5/179) responderam que já sentiram reacção adversa, 93,9% (168/179) disseram não ter sentido qualquer reacção adversa e 3,4% (6/179) não sabe ou não se lembra. Inquiridos sobre a diferença entre medicamentos à base de plantas e suplementos alimentares à base de plantas, 67,6% (121/179) afirmam conhecer a diferença e 32,4% (58/179) não conhecem a diferença entre medicamentos e suplementos alimentares.
The main aim of this research study was to evaluate the consumption habits and general knowledge of a population sample from Lisbon and the TagusValley concerning the demand for over-the-counter food supplements and herbal medicines. A descriptive reverse non-experimentally designed study was performed through an anonymous, confidential and voluntary questionnaire to 367 people. The sample was obtained by convenience and filled out by the interviewers who registered the responses of the interviewed population. The majority of the respondent population was female, 74.7% (274/367) with 52.0% (191/367) belonging to the 20 to 29 year old age group. Of the respondents, 48.8% (179/367) consume drugs and/or supplements based on medicinal plants and among these, 25.7% (46/179) state they consume traditional herbal medicines while 20.1% (36/179) replied that they consume food supplements. Of the respondents consuming herbal drugs and/or herbal supplements, 2.8% (5/179) responded that they have already felt an adverse reaction, 93.9% (168/179) answered that they have never felt any adverse reaction and 3.4% (6/179) did not know or remember. Of the respondents who are consumers, 67.6% (121/179) knew the difference between herbal medicines and food supplements based on botanicals and 32.4% (58/179) did not.
Descrição: Revista Lusófona de Ciências e Tecnologias da Saúde
URI: http://hdl.handle.net/10437/2135
ISSN: 1646-3854
Aparece nas colecções:Revista Lusófona de Ciências e Tecnologias da Saúde, Ano 5, nº2 (2008)

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