Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10437/13083
Título: Construções colaborativas para a sustentabilidade : uma reflexão crítica
Autores: Santos, Isabel Abreu dos
Raposo, Maria Albertina Amantes
Durão, Anabela Cândida Ramalho
Vasconcelos, Lia Maldonado Teles de
Palavras-chave: ECOLOGIA
SUSTENTABILIDADE
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
AGENDA 2030
ECOLOGY
SUSTAINABILITY
SUSTAINABLE DEVELOPMENT
2030 AGENDA
Editora: Edições Universitárias Lusófonas. Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento (CeiED) Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
Citação: Humanismo, Direitos Humanos e Cidadania Global. II Congresso Internacional 2021. Ebook
Resumo: Os problemas ambientais estão intimamente ligados ao futuro. A narrativa da sustentabilidade que integra a componente do futuro no seu conceito, relaciona-se com as gerações vindouras e um horizonte de tempo onde impactes ambientais devido às ações humanas podem (ou irão) acontecer. Com base na perceção negativa da realidade explorada por Steven Pinker e na visão positiva de Rutger Bregman as autoras questionam-se quanto aos trajetos e tendências da colaboração de cidadãos para a sustentabilidade. Afinal onde se situa a visão da próxima geração? Muito se tem trabalhado sobre os conceitos de cidadania para a sustentabilidade. Este trabalho de investigação, apoiou-se em entrevistas semiestruturadas a jovens, maiores de 18 anos (janeiro - fevereiro de 2021) sobre as visões de sustentabilidade a longo prazo. A maioria dos jovens questionados desconhecem a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Mesmo assim, os seus depoimentos vão de encontro ao que está definido na Agenda. Embora alguns respondentes, principalmente os mais velhos, tenham referido uma perceção negativa do futuro, mencionando, a falta de disponibilidade de empregos, a luta pelo território e bens essenciais, o egoísmo, o aumento da desigualdade, a poluição, as alterações climáticas, as doenças, a escassez de água, a instabilidade política e social e uma democracia mais frágil – a grande maioria acredita que nos próximos 30 anos o mundo pode ser melhor. Como aspetos positivos salientam-se a regeneração ecológica, a regeneração social e a consciência cooperativa, a facilidade de comunicação que a tecnologia nos permite rumo à evolução para um cenário de não extremismos e a importância do conhecimento.Os depoimentos recolhidos levam-nos a acreditar no potencial da colaboração, como construção social da realidade, a longo prazo, que permite criar capital social, político e intelectual, gerador de uma comunidade humana inserida no ambiente natural do qual é parte integrante, interconectada com o todo. Em suma, um exemplo de uma comunidade sustentável conciliável com a agenda 2030 e respetivos ODS.
URI: http://hdl.handle.net/10437/13083
ISBN: 978-989-757-204-3
Aparece nas colecções:DREAMS - Capítulos de Livros Nacionais

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